“Mas eu gostava dele, dia mais dia, mais gostava. Digo o senhor: como um feitiço? Isso. Feito coisa-feita. Era ele estar perto de mim, e nada me faltava. Era ele fechar a cara e estar tristonho, e eu perdia meu sossego.”
"Não sabem quem eu sou nem de onde eu vim. Só conseguem enxergar o que eu revelo. nunca olham por baixo do pano. se eu rio, acham que estou alegre. E não sabem que às vezes quando eu rio com força demais, é que estou à beira do desespero."
"Eu queria escrever alguma coisa minha. Bonita e simples.
Mas só consigo pensar na falta que você me faz de vez em quando.
E é isso. Você me faz tanta falta de vez em quando…"
" Eu me sentia meio idiota* toda vez que me deparava
contigo sorrindo pra mim. E mais idiota ainda, por saber que
eu era totalmente dependente dessa situação.
Tentei entender o porquê de eu gostar de você, você gostar
de mim, e não estarmos juntos. Claro . . Claro, um dia todo mundo
cai na real, existem tantas formas de gostar, não é?
O que eu sentia felizmente ou infelizmente era o resultado
da soma do que tu sentia vezes todos os segundos do dia.
Ou seja, o que eu sentia por ti era infinitamente* maior do que
o que tu sentia por mim. De volta ao mundo real.
Fui longe, voltei, saí, voltei, te quis, voltei, cansei, voltei . .
Pra nunca te abandonar. Isso era um clichê estúpido e cansativo já.
Tenho que confessar que às vezes tenho um pensamento egoísta,
só falo sobre o que eu sinto. Mas eu sou isso sim, alias, todos são.
Pra fugir um pouco do comum então, me conta alguma coisa
do teu dia, em específico como tu te sente quando fecha os
olhos e te depara sozinho, sem ninguém com quem contar."
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