quinta-feira, 24 de março de 2011

Alguns meses atrás, no caminho de casa, parei e observei o céu. Era quase madrugada e aparentava um caminho estrelar com uma única estrela sozinha no final desse “caminho”, a mais brilhante por sinal, e fiz a seguinte conclusão: era como uma estrada. E nessa estrada eu passaria por muitos obstáculos até chegar a você... o mais lindo, simpático. O meu mais precioso premio. Hoje, ao voltar para a casa, reparei o céu e novamente o caminho estava lá. Só que dessa vez a conclusão foi diferente: eu passei por muitos momentos com você, alguns felizes, outros nem tanto. Muitos sorrisos, brincadeiras, olhares apaixonados, um amor gritante de tão bonito. Mas no fim, a estrela estava lá... Sozinha e dessa vez não possuía o mesmo brilho, foi só ai que o meu pensamento se concluiu... Depois de todos esses momentos eu fiquei sozinha, como aquela estrela. Sozinha e apagada. Pois é assim que eu me sinto depois de tudo... sem ninguém, sem momentos importantes, sem brilho algum. Como um carro destruído, pode até ter conserto... mais ele nunca mais funcionará igual.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Hoje acordei te odiando. Pois é, odeio seu jeito grosso e ignorante. Odeio a cara de esnobe e o jeito como você despreza as pessoas. Odeio sua voz, odeio sua postura e como coloca o boné. Odeio tanto sua falta de interesse ou seu interesse demais, odeio sua irônia e como você me trata. Odeio quando você some ou quando fica perto demais. Odeio meu coração implorando por um sorriso, odeio sua maneira rápida de andar. Odeio o seu como me olha. Odeio sua mão grande e quente. Odeio suas regatas, principalmente aquela preta, que te deixa ainda mais bonito. E falando nisso, o que eu mais odeio é a sua beleza, os seus olhos desenhados e o nariz traçado perfeitamente em uma linha reta em seu rosto. Odeio sua boca e as palavras que saem dela. Odeio seu sorriso raro e como você se desespera com tudo. Odeio seu preocupação comigo, odeio sua importância ao trabalho. Odeio quando me beija a testa. Odeio quando geme alto ou quando suspira de tesão. Odeio seu tesão. Odeio sua barriga e todas as pintinhas que tem nela. Odeio sua profissão. Odeio sua casa, principalmente seu quarto. Odeio o nosso sexo e como você fica vermelho de 5 em 5 minutos. Odeio suas mensagens de texto no celular. Odeio suas fotos. Odeio que você odeie fotos. Odeio seu nome, seu sobrenome e sua idade. Odeio sua falsidade. Odeio olhar o seu celular tocando com o seu nome ali, odeio mais ainda o seu nome gravado dentro do coração. Odeio não conseguir colocar um ponto final na nossa história, odeio te amar tanto e não conseguir nem mentir quando digo o quanto eu te odeio. Odeio o fato de não conseguir de odiar, nem por um dia, uma hora, nem por um minuto.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Sinto falta do teu braço apoiado nas minhas costas, do teu sorriso sem graça quando eu te elogiava. Sinto falta dos beijos apaixonados depois de uma briga, sinto falta das brigas por ciúme sem razão. Sinto falta das ligações intermináveis de madrugada, e dos toquinhos de meia em meia hora. Sinto falta de me sentir amada, de te namorar. Sinto falta das conversas pelo msn, e das suas brigas por causa dos garotos no meu orkut. Sinto falta de ficar conversando com você sem parar, até adormecer no teu colo. Sinto falta dos carinhos no meu rosto e de roçar a minha bochecha na sua. Sinto falta dos seus dedos entre os meus. Sinto falta de me apoiar no teu peito e ouvir o teu coração pulsar acelerado. Sinto falta do seu raro romantismo que me deixava orgulhosa de ser a tua namorada. Sinto falta de você perto do meu coração e das minhas mãos.
Cada vez que me pego te olhando, pensando em nós, tentando entender o que se passa na nossa louca cabeça, tão louca ao ponto de começar a namorar no primeiro dia, e querer eternizar cada vez mais isso. Talvez seja o amor, é, esse mesmo que me faz esquecer de todos os seus (vários) defeitos, de como pega taaaanto no meu pé, de nossas diferenças. Ele mesmo que nos faz ser tão iguais. Eu te amo, pra sempre, de qualquer jeito, nas melhores e piores horas, onde quer que estejamos, nunca esqueça.