terça-feira, 13 de abril de 2010

Sempre fui assim, eu gosto de rir alto e de tudo. Não choro nunca ou quase nunca. Tem que ser maestro pra conseguir tirar uma lágrima dos meus olhos. E quando me falta alguma coisa, tudo bem, existe abraço que fala, olhar que entende. Não sou de confessar sentimentos, não dou o braço a torcer. Orgulho, me resume da cabeça aos pés, dos pés á cabeça.

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