terça-feira, 20 de abril de 2010

Agora talvez seja a minha oportunidade.
Uma semana pode ser muito pouco para essa minha terapia pessoal,
mas quem sabe não vai ser ai que eu te esqueço de vez.
Quando você voltar, talvez eu já não seja a mesma simpátiquinha de sempre.
Aliás, nem sei porque digo simpática, nunca sou com você.
Só pra você olhar em voltar e ver que o seu mundinho é pouco demais pra mim,
que o seu carro não me sastisfaz, que a sua casa não me dá vontade de entrar
e que talvez eu nem tenha gostado tanto assim dos seus beijos desesperados
com saudade de mim. Talvez eu nunca mais queira te olhar depois dessa semana
ou talvez quem te beijara desesperada de saudade dessa vez sou eu.
Porque esse é o meu jeito de te amar, de te gostar, de te querer perto.
É assim, eu quero te manter longe, mas não suportaria muitos kilometros
me impedindo de pegar a chave do carro e dirigir, com a nossa música no ultimo volume
até o portão da sua casa, onde eu sinto uma vontade aguniante de entrar e
quando te vejo perto demais das minhas mãos a única vontade que eu tenho
é de contornar seus lábios e depois beija-los sem me lembrar de nada
do que eu consideraria importante antes de te encontrar.
É assim meu jeito de te amar, meio torto, meio complicado, meio inesperado,
meio desajeitado e principalmente meio real.

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