sábado, 4 de dezembro de 2010
Eu te aperto contra o meu corpo, eu passo as minhas mãos pelo seus braços, contorno sua sombrancelha com o leve toque dos meus dedos, tudo isso para ter a absoluta certeza de que você realmente existe e está ali. E aí, eu vejo você se afastando lentamente e tenho vontade de ir atrás, de te roubar inteiro sem nenhuma possibilidade de devolução. Logo em seguida, grito seu nome dentro do meu quardo. Me salva. Vem me buscar. Eu te amo. Me compra, me leva pra sua casa com tudo que tem direito. Com a minha mania de falar muito e sentir menos. Com o meu jeito grosso e insuportável de ser. Me leva com você. Preciso tanto de ti, que consegue me fazer feliz, que muda a minha noite escura e a transforma em um céu cheio de estrelas.
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