No impercebido susto em que esse instante acontece, o mágico encanto dá-se: é nesse exato momento que nossa menina nasce. A boneca que, pra ela, era filha de verdade passa a ser só um detalhe do seu quarto de menina. Vira a primeira saudade.
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Era preciso fazer alguma coisa pelos outros. O mundo está cheio de sofrimento, de gritos de socorro. Que tinha eu feito até então então pra diminuir esse sofrimento, para atender a esses apelos: Eu vi a meu redor pessoas aflitas que eu para que se salvassem esperavam apenas uma mão que as apoiasse, nada mais que isso. E Deus me dera duas mão.
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Por causa daquele olhar de amor. Eu queria uma vez só na vida um olhar assim. Não precisava mais. Só uma, num dia, numa hora, num minuto. Depois eu carregaria aquilo por dentro de mim a vida toda.
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