Mas a presença dele tinha que estar estampada em algum lugar, outro lugar além de dentro de mim. Tinham que haver lugares onde ele tinha que ser mais real entre os lugares familiares que estavam cheios de memórias humanas.
Eu podia pensar em um lugar que podia ser real. Um lugar que sempre pertenceu a ele e a mais ninguém. Um lugar mágico, cheio de luz. A linda clareira onde eu o havia visto apenas uma vez na vida, faiscando com o brilho do sol e o brilho da sua pele.
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